Dia 14 de dezembro faço aniversário...e realizo o final e o início de um novo ciclo. Quem entende um pouquinho dos ciclos astrológicos, sabe do que estou falando e quem me conhece de verdade, sabe bem o que vivi nestes últimos quatro anos. Este ciclo foi drástico, cansativo,.depressivo...mas também obtive muitas conquistas...porém elas não foram tão valorizadas por mim e então foram várias a várias cabeçadas na parede, até a culminância com rompimentos dolorosos e doenças. Mas este novo ciclo parece ser mais sútil, mais generoso aparentemente. E é muito mais maduro. A vida nessa fase já me deu muitas oportunidades de experimentar, testar, sentir, amar, errar, acertar, ousar. No primeiro ciclo fui cobrada por tudo isso , mas agora me sinto bem mais generosa para poder me perdoar. Esse ciclo só chega depois que você consegue ver que precisa mudar. Foram tantas libélulas e borboletas que eu finalmente consegui enxergar que precisava urgente sair do casulo e me transformar... era a vida me colocando frente à frente com vários obstáculos e oportunidades que me diziam: escolha entre seguir igual ou mudar.
E mudar é preciso.
É mudando que podemos acolher a impermanência natural dos ciclos - o outono da alma, o retiro do inverno, o despertar da primavera, o apogeu do verão. É a impermanência e a mudança que nos permite renovar e se ver jovem de novo – como uma águia!
Toda mudança cobra um alto preço emocional..
Antes de se tomar uma decisão difícil, e durante a tomada, chora-se muito, os questionamentos são inúmeros, a vida se desestabiliza.
Mas então chega o depois, a coisa feita, e aí que a recompensa fica escancarada na face.
Mudanças fazem milagres para nossos olhos, e é no olhar que se percebe a tal juventude eterna.
Um olhar opaco pode ser puxado e repuxado por um cirurgião a ponto de as rugas sumirem, só que continuará opaco porque não existe plástica que resgate seu brilho.
Quem dá brilho ao olhar é a vida que a gente optou por levar.
OLHE-SE NO ESPELHO.....
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
terça-feira, 1 de novembro de 2011
"Cada um no meu lugar"
Há um momento, no auge do desentendimento, em que o máximo de raiva está a um milímetro do máximo de amor.
- Há algo que permanece em tudo que se separa. Esse algo é o que dói, mesmo quando a separação é, ou foi, o melhor caminho.
- Há um projeto sempre irrealizado em toda a relação que se realiza. Uma necessidade nova sempre se coloca a cada satisfação da anterior.
- Entre pessoas que se amam, há verdades e sentimentos que, se aparecem quando elas estão juntas, separam; e se aparecem quando elas estão separadas, machucam, dão saudade, vontade de juntar.
- Gostar não é apenas durante. É, sobretudo, depois.
- Amar é apesar, aquém e além da pessoa amada.
- Dilema do homem. Na vigência do casamento ele se sente preso e atado. Quer, quer a separação. Não agüenta mais as limitações da vida comum. Aí pinta a separação e ele, mais do que a mulher, entra em pânico.
- O homem está menos preparado para a liberdade da mulher do que ela.
- Certos graus de amor só são perceptíveis a partir da impossibilidade de se exercerem ou da ameaça de não poderem jamais vir à tona.
- O caminho da liberdade pessoal, da descoberta das próprias potencialidades, muitas vezes só é possível a partir de um sofrimento de amor.
- A vigência de neuroses não complementares impede a possibilidade de melhora e crescimento interior de ambos.
- Um neurótico nunca vai para o brejo sozinho.
- Uma separação dolorosa às vezes acaba por se transformar na melhor maneira de ensinar a pessoa a ela mesma.
- Quase sempre desprezamos a chance do novo em nossas vidas. Atados que estamos a uma necessidade de eco e repetição de tudo o que nos traz(ia) segurança.
- Em convivência e em amor, o que perdura através do tempo, mesmo que à custa de muita dificuldade e de um precário equilíbrio, revela a existência de uma relação profunda. Tempo nem sempre é acomodação. Muitas vezes é sinal de uma sabedoria intuitiva que autoriza a permanecer com a ligação mesmo quando ela pareça insatisfatória e incompleta. O que consegue vencer o tempo consegue vencer, também, impulsos passageiros com sabor de emoção e novidade.
- O que não acaba apesar da convivência, abençoado está.
- Em amor, se é preciso explicar, então já não se deu o entendimento profundo, a adivinhação da verdadeira necessidade do outro.
- O que se precisa explicar nunca será explicado.
- Quem não te adivinha não te merece.
- Rende-te à natureza de quem amas e esta começará a te obedecer.
- O que perdura numa relação que se fragmenta é sempre o que de verdadeiro havia nela.
- Uma impossibilidade bem vivida é mais rica que uma possibilidade mal vivida.
- O QUE VOLTA DEPOIS DE TER PASSADO É PORQUE NUNCA DEIXOU DE EXISTIR!.
A VERDADEIRA PROPRIEDADE!
Cheguei em casa cedo, liguei o ar e a única coisa que queria fazer era esquecer o meu dia, esquecer os últimos acontecimentos da minha vida. Tenho feito um esforço sobre humano para entender e aceitar as coisas. Li o evangelho...li em vós alta...caiu na parte...vinde à mim as criançinhas pois a elas pertencem o reino dos céus. Coincidência, falei esta frase para minha filha Bruna na sexta pq a professora dela disse que se a criança reza e pede para o Rodrigo ficar bom, Deus ouve porque a criança não tem maldade e expliquei pra ela esta parte do evangelho. Dormi...acordei agora, subitamente...pensando tudo de novo...e coloquei no papel tudo o que eu estava achando de mim neste exato momento da minha vida. Coisas horríveis por sinal...a pior das mulheres...a mais otária...a mais burra...a menos amada e priorizada e a que mais prioriza as pessoas que ama. Ai eu escrevi, depois de uma lista de coisas ruins a meu respeito, quem me priorizava e quem não me priorizava e me veio na cabeça: "coloca na balança". Eu coloquei, mas a balança, apesar de ter mais gente que priorizava doeu pra caramba porque o lado que não priorizava era forte demais. Ai abri o evangelho mais uma vez e li....li uma parte do evangelho que coincidentemente falei para uma mãe que passava por problemas na minha escola, assim como eu. Mas não falei do evangelho, falei de Alexandre O Grande ...que disse para o escravo que quando ele morresse queria que os médicos carregassem seu caixão para mostrar que ninguém tem o poder de dar a vida senão Deus, jogassem seus tesouros no chão e colocassem suas mãos para fora para mostrar que aqui se constrói ouro e voltamos de mãos abanando.
Engraçado...o evangelho o qual abri dizia: A VERDADEIRA PROPRIEDADE.....O homem não possui de seu senão o que levar deste mundo o que encontra ao chegar, e o que deixa ao partir, goza durante a sua permanência na terra, mas ao ser forçado a abandoná-lo dele não tem senão o gozo e não a posse real. QUE POSSUI ELE, POIS? Nada daquilo que é para uso do corpo, tudo que é de uso da alma: INTELIGÊNCIA, OS CONHECIMENTOS, AS QUALIDADES MORAIS, AS VIRTUDES, eis o que traz e eis o que leva, o que não está no poder de ninguém tirar, o que lhe servirá mais ainda no outro mundo do que neste, dele depende mais ser rico em sua partida do que em sua chegada, porque daquilo que tiver adquirido em BEM SERVE A SUA POSIÇÃO FUTURA SUA POSIÇÃO FUTURA PERANTE A DEUS. SUAS AÇÕES...AS QUE COMPÔS EM SUA VIDA É A SUA BAGAGEM ...
CARAMBA...AINDA ESTOU SOFRIDA ...MAS A MINHA BALANÇA, QUE ACHEI QUE DOEU O LADO QUE NÃO ME PRIORIZAVA, FICOU MENOS DOLORIDA E MAIS....MAIS UMA VEZ ...ele me disse que ...o que carregamos dessa vida são as coisas nas quais acredito e sofro hoje...caráter, valores morais, respeito pelo outro, amor pelas pessoas...como a música bola de meia bola de gude, que minha filha vai cantar no coral....expliquei pra ela o significado da música (espiritual)...e vinde a mim as criançinhas...que me ajudam a levantar porque são puras de coração.
É uma teia de aranha...é que a gente é burro mesmo e não consegue perceber que Deus está sempre mandando os sinais. São meia noite e meia!!! Vou agradecer a Deus MAIS UMA VEZ E PRIORIZAR MEU SONO SAGRADO.....BOA NOITE À TODOS!!!
terça-feira, 28 de junho de 2011
ESCOLHAS DE UMA VIDA - PEDRO BIAL
A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado por Woody Allen diz: "Nós somos a soma das nossas decisões".
Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu. Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.
Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção,estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar "minha vida".
Não é tarefa fácil. No momento em que se escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura. No amor, a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades.
As duas opções têm seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços...
Escolha: beber até cair ou virar vegetariano e budista? Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.
Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado. Por isso é tão importante o auto conhecimento. Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos. Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é. Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: Ninguém é o mesmo para sempre.
Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido. A estrada é longa e o tempo é curto.Não deixe de fazer nada que queira, mas tenha responsabilidade e maturidade para arcar com as conseqüências destas ações.
Lembrem-se: suas escolhas têm 50% de chance de darem certo, mas também 50% de chance de darem errado. A escolha é sua...!
Pedro Bial
DECEPÇÕES!
Sabe, todos nós nos decepcionamos. Faz parte do viver neste mundo caído. E nós nos decepcionamos, simplesmente, porque somos humanos. Nós nos decepcionamos porque temos expectativas em relação às outras pessoas (esperamos algo delas); porque confiamos nelas (e não há como conviver com alguém sem um mínimo de confiança); porque temos uma imagem a respeito de quem elas são (imaginamos coisas a respeito destas pessoas, formamos um quadro de quem esta pessoa é dentro de nós) e, de algum modo, nós pensamos que elas falharam conosco e este quadro que formamos dentro de nós se quebra em diversos pedaços. Na verdade, a decepção vem como um sentimento humano que surge ao enxergamos as imperfeições, feiúras, sombras, contradições, adoecimentos e fraquezas das pessoas ao nosso redor e as nossas próprias. Porque, a verdade é que todos nós temos luzes e sombras, belezas e feiúras, forças e fraquezas, coragem e medo, certezas e dúvidas, saúde e doença. Somos humanos! Se nós nos decepcionamos com alguém é porque esse alguém representava algo a mais para nós. Você não se decepciona com alguém que não admira, respeita ou valoriza. O fato é que pessoas sempre vão se decepcionar e vão decepcionar umas às outras. Isso porque nunca vamos conseguir estar sempre correspondendo a todas as expectativas que temos uns dos outros e até de nós mesmos. Afinal, somos apenas pó. Muitas vezes, o que precisamos fazer, por mais difícil que pareça no momento, é parar, e, calmamente, pensar se o modo como estávamos olhando esta pessoa, esta situação e, até mesmo, nós mesmos era sadio, equilibrado e baseado na verdade ou se muito do que estávamos acreditando e esperando era baseado em sua maior parte nas nossas expectativas, desejos, imagens e carências. Isso porque as pessoas não são a imagem que fazemos delas, elas não são o que queremos pensar que são ou o queremos que elas sejam; elas são quem são - limitadas, com suas belezas e feiúras, muitas vezes quebradas e doentes, falhas, contraditórias, sujeitas a errar, pecadoras, imperfeitas e em processo de crescimento. Eu sei que pessoas falam coisas, prometem coisas, fazem coisas e, muitas vezes, nós escolhemos permitir que tudo aquilo, apenas, alimente, o que nós desejamos dentro de nós. Muitas vezes, em vez de lidarmos com a realidade, lidamos, apenas, com o que queríamos que fosse realidade. É aí que quando algo acontece e a realidade vem à tona, somos tomados de um grande sentimento de decepção. Parece que fomos traídos, enganados e perdemos a nossa vida em função de tudo aquilo em que escolhemos acreditar. Posso dizer que ninguém tem o poder de destruir a nossa vida? Posso dizer que ninguém tem o poder de fazer mais mal a você do que você mesma? Porque nós podemos ser nossos melhores amigos ou nossos piores algozes e inimigos. Nós podemos nos fazer bem ou nos fazer mal. Não é o que aconteceu que mais nos prejudica, é o modo como nós estamos entendendo, as conclusões que estamos tirando, as coisas que estamos pensando e alimentando dentro de nós, em cima daquilo que nos aconteceu. O IMPORTANTE É SABER QUE... Quando alguém encontra seu caminho precisa ter coragem suficiente para dar passos errados. As decepções, as derrotas, o desânimo são ferramentas que Deus utiliza para mostrar a estrada.
quarta-feira, 30 de março de 2011
CAPÍTULO VI - Perdas Necessárias!
E se conseguirmos sem culpa admitir que a nossa relação era ruim mas continuarmos juntos? Aceitamos que brigávamos muito e quase não fazíamos amor mais, mas por culpa da nossa sociedade insistimos em dizer que não conseguimos viver um sem o outro. Que nossos filhos não podem ficar sem nós! Assim, podemos passar a vida juntos, infelizes ou pelo menos, um poderia estar infeliz...mas isso não importa...tem que dar certo...porque estamos felizes por não estarmos separados, porque a sociedade precisa mais disso do que nós...porque acham que nossos filhos precisam mais disso do que nós mesmos!
Considere a prova de O QUANTO EU TE AMEI o fato de ter tentado tanto tempo fazer com que desse certo. Todos nós queremos que as coisas permaneçam iguais pois todos nós temos medo de mudança. Vivemos infelizes com medo de que essa mudança necessária estrague tudo. Você fica com medo que tudo fique caótico, que a sua decisão em mudar seja caótica e a armadilha é exatamente essa...nos apegarmos a essas coisas com medo de mudar. Realmente minha mudança foi caótica! Continua sendo pois ainda continuamos a brigar incessantemente por coisas pequenas sem priorizar os anos, a amizade, o respeito, os filhos...e isso é uma ruína. Mas a ruína é uma dádiva ...porque o que te faz sofrer e não te mata, como dizia o autor, é aquilo que te fortalece. A ruína é o caminho que nos leva à transformação. Devemos estar preparados para as intermináveis ondas de transformação. Nós dois merecemos mais do que ficarmos juntos por medo de sermos destruídos não ficando.
Eu realmente surtei quando a minha mãe morreu e o pior...continuo surtada até hoje mas hoje me vejo uma Luciana mais forte, mais madura, mais objetiva, menos subserviente...aliás, nenhum pouco subserviente como alguns diziam. Me vejo muitas vezes triste pois para mim esses dois anos não foram nada fáceis, tanto financeiramente como emocionalmente. Cometi loucuras conscientes das loucuras que estava fazendo...talvez por auto-afirmação, talvez por revolta, talvez por imaturidade...mas também descobri uma Luciana mulher, desejável, interessante, de pés descalços...completamente despida de alma e coração...exposta...e por isso sofri tanto. Coloquei para fora de mim o meu melhor e o meu pior, sem dó nem piedade...o meu melhor para quem quis o meu melhor e o meu pior para quem quis o meu pior e isso incluiu os meus familiares e pessoas que eu amava também.
Hoje sou uma mulher que admito a minha idade (isso é mentira rsrsrs), sou uma mãe mais excepcional ainda, sou uma profissional elogiada e respeitada, tanto na fotografia quanto no que minha mãe conseguiu deixar pra mim. Hoje quando digo um “não vou fazer” digo ele justo e precisamente e não faço ou faço também, depende do meu conceito em “o que vai interferir na minha vida ou não” porque nestes últimos dois anos aprendi que o que é do outro é do outro e eu aceito para mim dentro dos meus limites.
Hoje não tenho mais conceito e nem mais julgamentos por ninguém...me cansei disso...todo mundo erra e cada um tem a sua verdade...por isso me tornei uma pessoa mais egoísta em me limitar a pensamentos a respeito dos outros e muito mais acessível no que diz respeito aos outros também. Prefiro hoje pedir que Deus me perdoe por ter feito algo de ruim sobre aquela determinada pessoa que está blasfemando sobre a minha pessoa do que retornar a blasfêmia e assim tenho alcançado muitas bênçãos e consigo hoje dormir uma noite ininterrupta ...coisa que era um sonho pra mim.
Surtei sim...Não sei quem inventou que é preciso ser a gente mesmo o tempo todo, que não se pode diversificar. Se fosse assim, não existiria o teatro, o cinema, a música, a escultura, a pintura, a poesia, tudo o que possibilita novas formas de expressão além do script que a sociedade nos intima a seguir: nascer-estudar-casar-ter filhos-trabalhar-e-morrer.
Foram tantas as informações e vivências que absorvi durante uma única vida que é impossível que elas não nos façam refletir e alterar nossa rota. Infeliz de quem passa a vida toda sendo fiel ao que os outros pensam a seu respeito.
Não fiquem surpresos com as minhas loucuras daqui pra frente...se ouvirem “dizer que ela”...vcs ainda vão ouvir muito mais...continuo querendo me libertar de conceitos porém acreditem ...vou estar sendo eu de corpo e alma...verdadeira...vou ser cordial, educada como sempre porque nada é pior pra mim do que ser uma pessoa não grata, quase sensata , continuar sem juízo contanto que essa falta de juízo não perturbe a paz dos meus filhos, vou continuar a pessoa que parece não se comover com nada, cruel...a pior vilã da novela...uma verdadeira bruxa (hehehe..isso eu sou mesmo)...mas mais bonita, mais culta, amada por tantos amigos, admirada por muitos mais do que odiada, respeitada, vou continuar indo à luta, continuar com as minhas crises de depressão, minhas criancices, minhas ausências, ....e com essas muitas pessoas sofrem...não sou boazinha mas sei que vou para o céu...porque abri mão de muita coisa mas estou me tornando eu mesma.
E se de nada valer o que escrevi aqui ...jogue fora, apague...não leia...ninguém vai deixar de ser o que é pra mim porque achou que só escrevi besteira. Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação!
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